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Associação Portuguesa de Educação nas Prisões Ciclo de Conferências Internacional – Rumos e Desafios

Abril 19 @ 15:43

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APRESENTAÇÃO

A Educação nas Prisões (EnP) consiste numa modalidade da Educação de Adultos caracterizada pela especificidade do contexto e público-alvo, realizada sob condições indeterminadas da prática e de alguma complexidade, por professores/formadores, que, não raramente, se confrontam com imperativos de segurança, escassez de recursos e de saberes adequados ao exercício da sua atividade.
Estes profissionais carecem não só de (in)formação contínua como aprofundada, sendo fundamental fomentar a discussão de práticas, de momentos de partilha e de debate sobre toda uma multiplicidade de matérias que confluem ao espaço prisional, promovendo propostas seguras e eficazes, com vista à preparação da população reclusa a uma mais profícua reinclusão no seio familiar, na sociedade e no mercado de trabalho – objetivo primacial da EnP.
Deste modo, propõe-se a Associação Portuguesa de Educação nas Prisões (APEnP), instituição sediada na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), conjuntamente com a Escola de Ciências Humanas e Sociais, trazerem ao debate especialistas a nível nacional e internacional e realizar o I Ciclo de Conferências Internacional – Rumos e Desafios, promovendo um espaço de aquisição e aperfeiçoamento de conhecimento, competências e de inovação educacional de professores/formadores, que fazem do contexto prisional o campo privilegiado a um desenvolvimento profissional.

 

OBJETIVOS

Com este Ciclo de Conferências objetiva-se contribuir para um olhar e ação transformadores de práticas educativas/formativas em meio prisional, de modo a:
. Proporcionar uma visão comparativa sobre modelos de Educação nas Prisões, em Portugal e a nível internacional;
. Promover um ciclo de formação, assente na partilha de ideias, práticas e reflexões, em que participam conferencistas de mérito, reconhecimento e excelência;
. Desenvolver um espaço de aprendizagem e partilha, assente numa lógica de reflexão e de procura de respostas adequadas aos desafios que se colocam aos docentes em meio prisional;
. Potenciar capacidades de análise e problematização de experiências dos profissionais da educação em formação;
. Permitir a professores/formadores uma avaliação mais ampla sobre necessidades de aquisição e desenvolvimento de competências dos alunos/formandos;
. Divulgar a apresentação de trabalhos científicos e/ou projetos desenvolvidos no campo do ensino em meio prisional, visando o aprofundamento do conhecimento e partilha de boas práticas neste domínio;
. Promover uma cultura de formação e atualização permanente da praxis docente em ambiente prisional;
. Analisar/discutir programas de educação e formação escolar/profissional e refletir sobre os seus efeitos, em termos de reinserção na sociedade e mercado de trabalho.

 

DESTINATÁRIOS

. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Investigadores, Docentes, Alunos).

. Ministério da Educação (Professores dos Ensinos Básico e Secundário).

. Ministério da Justiça (Diretores de Estabelecimentos Prisionais, Coordenadores de Equipas de Reinserção Social, Técnicos de Reeducação, Técnicos de Reinserção Social, Guardas Prisionais, Magistrados, Advogados).

 

RESPONSÁVEL PELO EVENTO

Armando Loureiro – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | APEnP (Portugal)

José Alberto Pinto – Presidente da Associação Portuguesa de Educação nas Prisões (Portugal)

 

COMISSÃO CIENTÍFICA

Alberto Baptista – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | APEnP (Portugal)
Andrés González Novoa – Universidad de la Laguna (Espanha)
Angélica Monteiro – Universidade do Porto (Portugal)
António Pedro Dores – Iscte – Instituto Universitário de Lisboa (Portugal)
Armando Félix – Agrupamento de Escolas DiogoCão | APEnP (Portugal)
Armando Loureiro – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | APEnP (Portugal)
Artur Cristóvão – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | APEnP (Portugal)
Carlinda Leite – Universidade do Porto (Portugal)
Carlos Assunção – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |(Portugal)
Cristina Guerreiro – Agrupamento de Escolas de Montijo | APEnP (Portugal)
Estela Lamas – Universidade Metodista Unida de Moçambique
Francisca Fariña – Universidade de Vigo (Espanha)
Gloria Jólluskin – Universidade Fernando Pessoa | APEnP (Portugal)
Isilda Afonso – Agrupamento de Escolas Latino Coelho | APEnP (Portugal)
José Alberto Pinto – Presidente APEnP (Portugal)
José António Moreira – Universidade Aberta | APEnP (Portugal)
José Marques – Escola Secundária João Gonçalves Zarco |APEnP (Portugal)
Júlio Vilanculos – Universidade Metodista Unida de Moçambique
Lise Vieira – Université Bordeaux Montaigne (França)
Luena Marinho – Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra (Portugal)
Luís Martins – Agrupamento de Escolas Emídio Garcia | APEnP (Portugal)
Marcelino Lopes – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | (Portugal)
Maria Adélia Pires – Agrupamento de Escolas Abade Baçal | APEnP (Portugal)
Margarida Simões – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | (Portugal)
Maria da Conceição Azevedo – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | (Portugal)
Orquídea Martins – Agrupamento de Escolas de Aveiro | APEnP (Portugal)
Paula Lança – Agrupamento de Escolas nº2 de Beja | APEnP (Portugal)
Ramón Arce – Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)
Ricardo Barroso – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro | (Portugal)
Rita Barros – Instituto Piaget (Portugal)
Rui Abrunhosa Gonçalves – Universidade do Minho (Portugal)
Valéria Medeiros – Universidade Federal do Tocantins (Brasil)

 

COMISSÃO ORGANIZADORA

Alberto Baptista

Armando Loureiro

Armando Félix

Artur Cristóvão

Cristina Guerreiro

Gloria Jólluskin

Isilda Afonso

José Alberto Pinto

José António Moreira

José Marques

Luís Martins

Maria Adélia Pires

Maria da Conceição Azevedo

Orquídea Martins

Paula Lança

  • Associação Portuguesa de Educação nas Prisões

 

CONTEÚDOS

Painel 1 – Educação nas Prisões: Portugal e o contexto Europeu

Resenha histórica sobre modelos/sistemas de educação e formação profissional que têm vigorado em meio prisional a nível nacional e internacional, convidando a uma análise comparada e reflexão conjuntas sobre o atual paradigma da Educação nas Prisões.

Painel 2 – Educação e Formação de Adultos (em meio prisional)

Este painel será dividido em 2 partes:

A 1ª Parte será dedicada ao macrotema ‘Educação e Formação de Adultos’ e concentrará em si princípios e conceptualizações epistemológicas que configuram a EFA, num quadro de (re)definição de metodologias e de estratégias de ensino, propondo um enfoque interdisciplinar a partir de, entre outras, as perspetivas progressista, andragógica, humanista, conscientizadora, transformativa.

Na 2ª Parte serão discutidas propostas de (re)configuração dos respetivos enquadramentos conceptuais que concretizam a ‘EFA’ em contexto prisional, tendo por base a apresentação e discussão de programas de educação e formação em curso.

Painel 3 – Trabalhos de Investigação e Projetos em meio prisional

Este painel compreende a apresentação de projetos e/ou trabalhos de investigação, objetivando o aprofundamento do conhecimento e desenvolvimento de competências relativas à temática prisional, por via da apresentação de propostas de abordagem, metodologias e estratégias de intervenção educativa em meio prisional, para além da reflexão e da partilha de experiências neste domínio.

Painel 4 – Reinserção

O painel servirá o propósito de desmistificar a ideia de ‘estereótipo social’, de total confinamento e de abandono generalizado a que o sujeito institucionalizado se encontra votado, objetivando criar um espaço alargado de reflexão, de discussão de programas e de políticas nesta área, onde a Educação desempenha papel vital, na apresentação de boas práticas de reinserção na sociedade e no mercado de trabalho.

 

METODOLOGIA

O CCI, subordinado à temática, ‘Educação nas Prisões – rumos e desafios’, compreenderá uma função global de partilha de experiências, saberes, e ainda de aquisição/desenvolvimento de conhecimentos e competências dos participantes, visando a promoção da autoformação e da inovação educacional (em contexto prisional). Decorrerá em 4 sessões (em regime síncrono e assíncrono, este último somente para professores portugueses, perfazendo um total de 25 horas. O CCI inclui uma sessão introdutória, de modo a, entre outras finalidades, familiarizar os participantes com a explicitação dos objetivos, conteúdos, metodologias de realização e critérios de avaliação (este último destinado a professores portugueses). Nas sessões síncronas, os oradores apresentarão comunicações sobre os temas de cada sessão. Nos momentos de debate, será promovida a interação e discussão de ideias, conceções e perspetivas entre participantes e oradores, o que permitirá a criação de situações de reflexão e partilha de conhecimento, de experiências e de boas práticas. Nas sessões assíncronas (só para professores portugueses) serão produzidos (curtos) trabalhos de reflexão crítica sobre a(s) temática(s) apresentada(s) e discutida(s) em cada painel.

 

PROGRAMA            CARTAZ

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HORÁRIO/DATA

Regime síncrono:
Total: 09 horas, 09.04.2022 –  13.04.202223.04.2022  – 30.04.2022
09:30h – 12:00h09:30h11:30h09:30h11:30h09:30h12:00h

Regime assíncrono: a)
Total: 16 horas, 09.04.2022 – 13.04.2022-  23.04.2022-  30.04.2022
14:00h – 18:00h | 14:00h – 18:00h |  14:00h – 18:00h | 14:00h – 18:00h

a) Somente para professores portugueses.

 

LOCAL

Evento on line

 

NUMERUS CLAUSUS

N.º MÍNIMO E N.º MÁXIMO DE ADMITIDOS: 60-100

 

ENTIDADES ENVOLVIDAS

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (ECHS/DEP)

Associação Portuguesa de Educação nas Prisões

 

EMOLUMENTO

25 € – Público em geral

 

INSCRIÇÕES

<<INSCRIÇÕES ENCERRADAS>>

 

REGRAS DE INSCRIÇÃO

As inscrições são formalizadas através do preenchimento On-line do formulário de inscrição e envio da digitalização do seu comprovativo de pagamento por uma das seguintes formas:

− Presencialmente, nas instalações do Núcleo de Formação Contínua e Executiva;

− Por e-mailabelc@utad.pt ;

Por correio – UTAD -Núcleo de Formação Contínua e Executiva, Quinta de Prados, 5000-801 Vila Real.

Só serão consideradas inscrições completas (com os requisitos todos), ou seja, com a inscrição “on line” com os dados devidamente preenchidos, com a documentação previamente enviada, incluindo comprovativo de pagamento do curso (ex: talão de transferência bancária).

O pagamento pode ser efetuado por:

Cheque à ordem da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Transferência Bancária – IBAN PT50 0018 000346205068020 22

BIC/SWIFT – TOTAPTPL

Os formandos deverão fazer prova do pagamento devido (ex: talão de transferência bancária).

NOTA: POR FAVOR INDICAR O TITULAR DA CONTA BANCÁRIA (QUANDO NÃO FOR A PRÓPRIA OU O PRÓPRIO).

Detalhes

Data:
Abril 19
Hora:
15:43
Categoria de Evento: