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Designação do projeto | Projeto TraDACa – Diagnóstico e tratamento da displasia da anca no Cão
Código do projeto | POCI-01-0247-FEDER-72229
Objetivo principal| Reforçar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação.
Região de intervenção | Norte e Centro
Entidade beneficiária | HUGO BRANCAL – SERVIÇOS VETERINÁRIOS, SOCIEDADE UNIPESSOAL LDA. | UNIVERSIDADE DE TRAS OS MONTES E ALTO DOURO
Data de aprovação | 19 de Janeiro de 2021
Data de início | 1 de Abril de 2021
Data de conclusão | 28 de Junho de 2023
Custo total elegível | 418.360,24€
Apoio financeiro da União Europeia | 301.701,14€
Custo total elegível UTAD | 289.043,48€
Apoio financeiro da União Europeia UTAD |FEDER – 216.782,61€
Resumo:
A Displasia da Anca (DA) no cão é uma doença hereditária com uma prevalência elevada em todo mundo. Algumas raças Portuguesas encontram-se afetadas, como a raça Cão da Serra da Estrela (CSE). Os cães afetados podem não evidenciar sinais clínicos ou ficar incapacitados. Em termos médicos pode-se fazer o diagnóstico radiográfico e selecionar para reprodução os animais não afetados, para evitar a transmissão de genes à descendência ou o tratamento cirúrgico dos animais afetados. Esta estratégia é utilizada em todo o mundo e os resultados não têm sido os melhores.
A empresa Hugo Brancal – Serviços Veterinários Sociedade Unipessoal, conhecida como Clínica Veterinária da Covilhã têm-se deparado com esta realidade, especialmente na raça CSE.
Este projeto desenvolvido em conjunto com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro tem como objetivo melhorar a prestação e a qualidade dos seus serviços Veterinários. Os principais objetivos são adquirir competências e valências numa abordagem médica à DA de forma diferenciada e inovadora. O projeto foi estruturado para obter um diagnóstico ecográfico da DA precoce aos 3 meses de idade e desenvolver um tratamento preventivo, tendo por base 4 atividades de investigação experimental e industrial: a) Utilizar o modelo coelho para indução experimental e reversão da DA; b) usar cadáveres de cão para estudar por ecografia, radiografia e tomografia a localização do liquido articular contrastado (o fluido sinovial encontra-se aumentado numa fase precoce da DA); c) Utilizar a ecografia e a radiografia em cães vivos entre os 3 e 4 meses para detetar sinais de DA; d) Selecionar cães com DA entre aos 3 meses de idade e realizar o tratamento preventivo e fazer o acompanhamento até ao ano de idade.
Esta estrutura de investigação é fundamentada no sucesso da abordagem médica, que se faz à DA na medicina humana, baseada no diagnóstico e tratamento preventivo, com preservação de toda a estrutura óssea e articular.